sábado, 24 de julho de 2021
Quando a vida decepciona, qual é a solução? Continue a nadar.
domingo, 18 de julho de 2021
Nunca ninguém pode te dizer que não pode fazer algo
"Nunca ninguém pode te dizer que não pode fazer algo. Nem mesmo eu. Se você tem um sonho, tem que protegê-lo. As pessoas que não conseguem fazer por si mesmas, dirão que você também não consegue. Se quer alguma coisa, vá e lute por ela. Ponto final."
Conhecido por seus papéis na comédia (Um Maluco no Pedaço) e na ação (Independence Day), Will Smith se destacou também no drama A Procura da Felicidade. Na produção baseada em fatos, ele vive Chris Gardner, um homem sem emprego forçado a viver nas ruas com o filho após ser despejado de seu apartamento. Em uma das cenas mais memoráveis do filme, Gardner avisa seu filho Christopher (Jaden Smith) para não se iludir com o basquete, já que ele provavelmente nunca será bom no esporte. Desapontado, o garoto larga a bola e decide ir embora da quadra. Arrependido por sua fala, Chris ensina ao garoto que não deve dar ouvidos a ninguém que o desencoraje a viver seus sonhos - nem mesmo seu próprio pai.
sábado, 3 de julho de 2021
Pensamos demais e sentimos muito pouco
"Pensamos demais e sentimos muito pouco. Mais
do que máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência,
precisamos de gentileza e bondade. Sem essas virtudes, a vida será violenta e
tudo será perdido."
Em seu primeiro filme falado, Charles Chaplin usou a comédia para criar uma
grande sátira a um dos mais tristes momentos da humanidade. Lançado em
1940, O Grande Ditador coloca o ator
no papel de um barbeiro judeu que por acidente toma o lugar de Adenóide Hynkel,
uma paródia escancarada de Adolf Hitler, que
comanda o Partido Dupla-Cruz (sua versão do Partido Nazista). Ao fim do filme,
o barbeiro toma o lugar de Hynkel e é levado para fazer um discurso clamando
para que os homens larguem as armas e se juntem para “dar fim à ganância, ao
ódio e à intolerância”, uma mensagem oposta à que Hitler pregava na vida real.
sábado, 26 de junho de 2021
Às vezes é preciso coragem para enfrentar desafios
"Lute e pode ser que morra. Fuja e você viverá, pelo menos por um tempo. Então no seu leito de morte, daqui a muitos anos, você estaria disposto a trocar todos os seus dias desde hoje por apenas uma chance. Apenas uma chance de voltar aqui e dizer para nossos inimigos que eles podem tirar nossas vidas mas não a nossa liberdade."
Às vezes é preciso coragem para enfrentar desafios que parecem impossíveis de superar. Um dos discursos que mais traduz essa bravura para ir à luta é o de William Wallace (Mel Gibson) em Coração Valente. Precisando motivar o exército escocês a enfrentar as forças inglesas - mais numerosas e bem armadas -, Wallace faz um apelo à honra de seus companheiros questionando-os se preferem viver como covardes ou se sacrificar por um bem maior.
sábado, 19 de junho de 2021
Até a escuridão deve passar
domingo, 13 de junho de 2021
sábado, 5 de junho de 2021
Elizabeth Gilbert: “Alimentando a criatividade” (2009)
Depois do sucesso extraordinário do livro Comer, rezar, amar, as pessoas começaram a fazer a mesma pergunta a Elizabeth Gilbert: como você vai superar esse livro? Em sua palestra do TED em 2009, ela explora essa pergunta e também discute como as ideias de genialidade e criatividade mudam de uma geração para outra. Esses dois conceitos já foram vistos como entidades ou estados separados que podiam ser atingidos por qualquer pessoa, mas agora estão cada vez mais associados com alguns indivíduos. E quem mais sofre as pressões dessa mudança são os artistas, os escritores e outros criativos, pois sempre se espera que eles produzam um trabalho incrível.
Acho que deixar uma simples pessoa acreditar que ela seja a fonte da essência e de um mistério divino, criativo, desconhecido e eterno é jogar muita responsabilidade sobre um psiquismo frágil e humano. É como pedir a uma pessoa para ela engolir o sol. Isso destrói e amarra completamente os egos e cria todas essas expectativas sobre o desempenho que são impossíveis de gerenciar. Acho que essa pressão toda vem matando nossos artistas nos últimos 500 anos.”