segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

O vinho e a água

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Nos Alpes Italianos existia um pequeno vilarejo que se dedicava ao cultivo de uvas para a produção de vinho. Uma vez por ano, acontecia uma grande festa para comemorar o Sucesso da colheita.
A tradição exigia que nessa festa cada morador do vilarejo trouxesse uma garrafa do seu melhor vinho, o de maior sucesso, para colocar dentro do barril grande que ficava na praça central.
Um dos moradores pensou: "PORQUE deverei levar uma garrafa do meu mais puro vinho? Levarei água, pois no meio de tanto de vinho o meu nao fara falta ". ASSIM pensou e fez.
Conforme o costume, em determinado momento todos se reuniram praça onde CADA UM com sua caneca iriam provar aquele vinho, cuja fama se estendia das fronteiras, muito além do país.
Contudo, ao abrir uma torneira, um absoluto silêncio tomou conta da multidão. Não saiu vinho do barril ... Saiu água!
"A Ausência da minha parte nao fara falta" foi o pensamento de cada um dos Produtores... 

Autor desconhecido


Muitas vezes somos conduzidos por uma forma individualista de pensar, sem refletir até que ponto isso pode prejudicar o outro? Quando esse egoismo se torna coletivo, todos terminan sofrendo as consequência dessa atitude antiética. Podemos mudar a forma de pensar e agir como o menino que jogava de volta as estrela ao mar. Ao ser questionado que existiam milhões de estrelas do mar jogadas na areia da praia, e que elas iriam morrer, o menino jogou a estrela de volta ao mar e disse para essa eu fiz diferença. Que tal fazer a nossa parte e tornar o mundo mais humanizado?

Maria José de Azevedo


Fonte: http://competenciainterpessoal.blogspot.com.br

domingo, 17 de dezembro de 2017

Um história pra você que, não acha importante SONHAR na vida.

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Desde pequena, Karina só conhecia uma paixão: dançar. Ainda bem jovem, ela já tinha um sonho. Queria ser uma das principais bailarinas do Ballet Bolshoi!
Seus pais desistiram de lhe exigir empenho em qualquer outra atividade, visto que ela dedicava horas e horas à dança.
Os rapazes já haviam se conformado: no coração de Karina só havia lugar para o ballet. Tudo o mais era sacrificado pelo objetivo de se tornar bailarina do Bolshoi.
Um dia, Karina teve sua grande chance. Conseguiu uma audiência com o Diretor do Bolshoi, que estava selecionando aspirantes para a Companhia.
Nesse dia, Karina dançou como se fosse seu último dia na Terra. Colocou tudo o que sentia e que aprendera em cada movimento, como se uma vida inteira pudesse ser contada em um único passo.
Ao final, aproximou-se do renomado Diretor e lhe perguntou:
– Então, o senhor acha que posso me tornar uma grande bailarina?
– Não acredito, minha jovem… Você precisa de algo mais para se transformar em uma grande bailarina.
Na longa viagem de volta à sua aldeia, Karina, em meio às lágrimas, imaginou que nunca mais aquele “Não” deixaria de reverberar em sua mente. Meses se passaram até que pudesse novamente calçar uma sapatilha e fazer seu alongamento em frente ao espelho.
Dez anos mais tarde, Karina, já uma estimada professora de ballet, criou coragem de ir à exibição anual do Bolshoi em sua região.
Sentou-se bem à frente e notou que o senhor Davidovitch ainda era o Diretor Master.
Após a exibição, aproximou-se dele e contou-lhe o quanto ela queria ter sido bailarina do Bolshoi e quanto lhe doera, anos atrás, ter ouvido dele que ela não seria capaz disso.
E o diretor respondeu:
Mas, minha filha… Eu digo isso a todas as aspirantes.
Com o coração ainda palpitando, Karina não conseguiu conter a revolta e a surpresa, dizendo:
– Como o senhor foi capaz de cometer uma injustiça dessas? Eu poderia ter sido uma grande bailarina se não fosse o descaso com que o senhor me avaliou!
Havia solidariedade e compreensão na voz do Diretor, mas ele não hesitou ao responder:
– Perdoe-me, minha filha, mas você nunca poderia ter sido grande o suficiente, se foi capaz de abandonar o seu sonho pela opinião de outra pessoa.
Moacir Parente – Coach Integral Sistêmico

domingo, 15 de outubro de 2017

O Clube 99

clube99
Era uma vez um rei muito rico.
Tinha tudo. Dinheiro, poder, conforto, centenas de súditos.
Ainda assim não era feliz.
Um dia, cruzou com um de seus criados, que assobiava alegremente enquanto esfregava o chão com uma vassoura. Ficou intrigado. Como ele, um soberano supremo do reino, poderia andar tão cabisbaixo enquanto um humilde servente parecia desfrutar de tanto prazer?
– “Por que você está tão feliz?”, perguntou o rei.
– “Majestade, sou apenas um serviçal. Não necessito muito. Tenho um teto para abrigar minha família e uma comida quente para aquecer nossas barrigas”.
O rei não conseguia entender. Chamou então o conselheiro do reino, a pessoa em que mais confiava.
– “Majestade, creio que o servente não faça parte do Clube 99”
– “Clube 99? O que é isso?”
– “Majestade, para compreender o que é o Clube 99, ordene que seja deixado um saco com 99 moedas de ouro na porta da casa do servente”.
E assim foi feito.
Quando o pobre criado encontrou o saco de medas na sua porta, ficou radiante. Não podia acreditar em tamanha sorte. Nem em sonhos tinha visto tanto dinheiro.
Esparramou as moedas na mesa e começou a contá-las.
-“…96, 97, 98… 99.”
Achou estranho ter 99. Achou que poderia ter derrubado uma, talvez. Provavelmente eram 100. Mas não encontrou nada. Eram 99 mesmo.
Por algum motivo, aquela moeda que faltava ganhou uma súbita importância.
Com apenas mais uma moeda de ouro, uma só, ele completaria 100.
Um número de 3 dígitos! Uma fortuna de verdade.
Ficou obcecado por completar seu recente patrimônio com a moeda que faltava.
Decidiu que faria o que fosse preciso para conseguir mais uma moeda de ouro. Trabalharia dia e noite. Afinal, estava muito muito muito perto de ter uma fortuna de 100 moedas de ouro. Seria um homem rico, com 100 moedas de ouro.
Daquele dia em diante, a vida do servente mudou.
Passava o tempo todo pensando em como ganhar uma moeda de ouro. Estava sempre cansado e resmungando pelos cantos. Tinha pouca paciência com a família que não entendia o que era preciso para conseguir a centésima moeda de ouro. Parou de assobiar enquanto varria  chão.
O rei percebeu essa mudança súbita de comportamento e chamou seu conselheiro.
– “Majestade, agora o servente faz, oficialmente, parte do Clube 99”.
E continuou:
– “O Clube 99 é formado por pessoas que têm o suficiente para serem felizes, mas mesmo assim não estão satisfeitas. Estão constantemente correndo atrás desse 1 que lhes falta. Vivem repetindo que se tiverem apenas essa última e pequena coisa que lhes falta, aí sim poderão ser felizes de verdade. Majestade, na realidade é preciso muito pouco para ser feliz. Porém, no momento em que ganhamos algo maior ou melhor, imediatamente surge a sensação que poderíamos ter mais. Com um pouco mais, acreditamos que haveria de fato, uma grande mudança. Só um pouco mais. Perdemos o sono, nossa alegria, nossa paz e machucamos as pessoas que estão a nossa volta. E o pouco mais, sempre vira… um pouco mais. O pouco mais é o preço do nosso desejo.”
E concluiu:
– “Isso, majestade… é o Clube 99.”
(autor desconhecido)

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Coisas deleitáveis (ou: pequena lista de felicidades banais)

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Já parou pra pensar nos pequenos momentos que deixam a vida mais gostosa? Por que não listá-los?

Dias atrás, postei no Facebook um exercício bem simples, quase uma brincadeira.
Inspirado na crônica de Paulo Mendes Campos, que descobri no excelente livro de crônicas nacionais que o Jader Pires me emprestou pra ver se aprendo algo, listei todas as pequenas felicidades banais que deixam minha vida melhor.

É coisa parecida com o que o autor fez, lá em idos da década de 60. Na crônica, chamada de "Coisas deleitáveis", Paulo Mendes coloca em uma tacada só tudo aquilo que deixa sua vida um cadinho melhor e mais leve: aqueles momentos singelos, mas marcantes.

Assumi o plágio e fiz igual, transportando para minha história. E convidei todos os amigos para fazerem o mesmo, afinal, todos temos momentos simples mas com o poder transformador de deixar nossos dias melhores, não é mesmo?

Listar eles parece coisa boba, mas tem um poder mágico: nos deixa melhor, com um sorriso no rosto e brilho nos olhos. Acostumados com a correria do dia a dia, refletimos e agradecemos pouco por aquilo que nos faz bem, e quando fazemos, descobrimos que é coisa que deixa a alma mais leve e serve como respiro, mesmo que na forma de uma lista leviana e escrita às pressas.

O Luciano, editor que sabe das coisas e rei dos freestyles e textos de mudança da casa, fez o desafio de transformar a postagem em um texto redondinho e compartilhar aqui com vocês - e eu aceitei. Assim, coloco aqui minha lista e faço o convite para continuar a conversa na caixa de comentários com a pergunta: quais são os momentos de deleite da sua vida?

Coisas deleitáveis da minha vida

Pão de queijo que acabou de sair do forno; Chocolate quente na manhã fria; Livro bom e instigante; Encontrar o livro que queria no sebo, com o preço pequeninho; Comida da vó; Paçoca depois do almoço; Dar risada com os amigos; Dar risada; Centro Cultural de São Paulo; Filme bom; Encontrar o filme que quero assistir no netflix; Torrent com muitos seeders; Texto bem escrito; Escrever e gostar do resultado; PI sem firulas; Coxinha; Encontrar a piauí embaladinha no meu portão; Visitar minha vó e escutar seu "eu te amo"; Dizer que também a amo; Copo de água bem gelada, depois de andar ou correr bastante; Viajar; Se encontrar com a natureza; Voltar para SP depois de um tempo longe e descobrir que a cidade ainda continua fascinante; Encontrar iniciativas que tentam transformar o mundo em um lugar melhor; Conversas de coração; Os encontros do Desaprender; A comida quente da mãe após um longo dia fora de casa; Conhecer pessoas que admiro e descobrir que, mesmo tendo falhas, elas continuam fascinantes (ou se tornam até mais); O estágio no PdH; Cozinhar e o resultado ser bom, e não uma massa escura e irreconhecível de tão queimada que ficou (história verídica); Estar junto de quem me atrai; Música boa, daquelas que deixam o dia melhor; Encontrar uma canção que há anos não escutava; Rap que tira da zona de conforto e é um tapa na cara; Encontro que dá certo; Conhecer veículos e pessoas que estão fazendo um jornalismo de mais sentido; Açaí da PUC com tanto leite em pó que nem cabe no copo; Ver minha geração tomando o que é seu (a escola, a rua) e lutando por seus direitos; Conversar e brincar com meu irmão; Descobrir coisas novas e que encantam; Esbarrar com quem há muito não encontrava; Dinheiro na conta; Receber indicações; Indicar algo e a pessoa gostar; Visitar velhos amigos; Escrever essa lista; Crônica que deixa o dia um pouco melhor; Ver o planejamento financeiro funcionando; Perceber a mulher incrível e a referência que minha mãe é para mim; Fotografias bonitas; Assistir uma partida de Rugby; Ver o Band indo bem, e quem jogava ao meu lado na ativa; Exposição que dá gosto de visitar; Ver o Corinthians ganhar; Andar de bike depois do trampo; Acompanhar e participar de todo o role em busca de um mundo mais igual; Ficar feliz por ser tanta coisa e não saber como terminar essa lista.

Fonte: papodehomem.com.br

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Hoje pode ser o melhor dia da sua vida

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Hoje pode ser o melhor dia da sua vida.
Talvez você só descubra isto amanhã, e terá perdido a oportunidade de ser feliz hoje!"
Quantas vezes olhamos para o passado e pensamos: puxa! eu era tão feliz e não sabia!
Temos lembranças e saudade do que passou, pois foi bom, mas na maior parte daquele tempo que passou simplesmente vivíamos como se a vida não estivesse tão maravilhosa assim, lembramos hoje que foi um tempo bom e que eramos felizes, mas na realidade já nos esquecemos que reclamávamos e nos aborrecíamos com o que estávamos vivendo.
Hoje temos uma nova oportunidade.
Uma oportunidade de viver um dia feliz como realmente deve ser vivido: feliz! Afinal de contas, você não vai querer se lembrar amanhã que teve um excelente dia, mas viveu como se fosse o pior, não?
Viva este dia como se fosse o melhor de todos, e será - no mínimo - um dos melhores!


Fonte: @bomdiafanpage

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Não coma o marshmallow

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"Há um poder extraordinário nas dores e fraquezas. Elas podem se tornar um impulso ou uma desculpa para o resto da vida." ~ Bianca Toledo
O experimento do marshmallow, realizado nos anos 60 e 70, apurou que apenas 1/3 das crianças eram capazes de esperar 15 minutos olhando para um marshmallow sem comê-lo para ganhar dois marshmallows. Os outros dois terços devoraram a guloseima sem pensar muito.
Anos depois, os pesquisadores entraram em contato com as mesmas crianças, já então jovens adultos, e descobriram que 100% daqueles que não tinham comido imediatamente os seus marshmallows, iam bem nos estudos, eram felizes e socialmente ajustados. Não concluíram o mesmo dos outros 2/3.
O teste ficou famoso e o conceito de "gratificação retardada" passou a ser difundido como atributo importante e capaz de predeterminar vários comportamentos bem-sucedidos, assim como também é retratado na história do livro O Motorista e o Milionário, que ao invés de marshmallows, usa bombons.
O que tem por trás disso tudo? Autocontrole.
Autocontrole para economizar, e comprar depois. Autocontrole para investir, ganhar dinheiro com juros e rendimentos, e então usufruir conscientemente.
Autocontrole para esperar.
Não significa esperar eternamente para gastar as economias de uma vida inteira, mas autocontrole para não decidir com a emoção.
Existe uma regra que diz: "alta emoção", "baixa razão", possíveis escolhas ruins - e "baixa emoção", "alta razão", possíveis escolhas melhores.
Autocontrole para suportar os desafios, as frustrações, e seguir em frente.
Autocontrole para seguir o plano haja o que houver, adaptando se for preciso, mas sempre agindo.
Autocontrole para fazer o que precisa ser feito.
Autocontrole para não desistir, jamais!

O CACHORRO MANCO




Diante de uma vitrine atrativa, um menino pergunta o preço dos cachorros á venda. 
– Entre 30 á 50 dólares – respondeu o dono da loja. 
O menino puxou uns trocados do bolso e disse: 
– Eu só tenho 2,37 dólares, mas eu posso ver os filhotes? 
O dono da loja sorriu e chamou “Lady”, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pêlo. 
Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, mancava de forma visível. Imediatamente, omenino apontou para aquele cachorrinho e perguntou: 
– O que é que há com ele? 
O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril, sempre mancaria e andaria devagar. Omenino se animou e disse: 
Esse é o cachorrinho que eu quero comprar! O dono da loja respondeu: 
– Você não vai gostar dele, mas se você realmente quiser ficar com ele, eu lhe dou depresente. O menino ficou transtornado e, olhando bem na cara do dono da loja, com o seu dedo apontado, disse: 
– Eu não quero que você o dê para mim, aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade eu lhe dou 2,37 dólares agora e 50 cents por mês, até completar o preço total. O dono da loja contestou: 
– Você realmente não vai gostar deste cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pulare brincar com você e com os outros cachorrinhos. Aí, o menino abaixou e puxou aperna esquerda da calça para cima, mostrando a sua perna com um aparelho para andar. Olhou bem para o dono da loja e respondeu: 
– Bom eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso. 
Muitas vezes desprezamos as pessoas com as quais convivemos diariamente, simplesmente por causa dos seus “defeitos” quando, na verdade, somos todos iguais ou pior que elas, e sabemos que essas pessoas precisam apenas de alguém que as compreendam e as amem, não pelo que elas podem fazer, mas pelo que são. 
Autor desconhecido - Site: sucesso. powerminas.com/texto-motivacional-projetos-da-vida/